As Mulheres-Marias que Sempre Estiveram em Nós
Mães que nasceram conosco: Maria Suely, Ana Silene, Liamara, Alcina, Adélias, Marias, Rutes, Sonias, Claudias, Vanusas, Ivones, Martas…
Há mulheres que nascem conosco.
Outras despertam ao longo do caminho.
Àquelas que nasceram de nós: Marie Sophie e Serena.
Desde o primeiro choro, já habitavam em nós a menina curiosa, a jovem que ousa, a adulta que sustenta e a anciã que observa.
Mulher não é ponto de chegada — é construção contínua. Como escreveu Clarice Lispector, “ela acreditava em anjo e, porque acreditava, eles existiam”.

Acreditar em si mesma é o primeiro gesto de autoria, de autoridade, de protagonismo e essa crença poderosa e transformada vem de nós e se estabelece em nós.
A Psicologia nos ensina que identidade não é algo fixo; é narrativa em movimento.
A cada escolha, reescrevemos quem somos, desenhando novos estamos, queremos, fazemos, amamos, sabemos; para desenvolvermos novas presenças.
Na Constelação Sistêmica, compreendemos que não caminhamos sozinhas: trazemos conosco as histórias das Marias que vieram e viveram antes.
Como não sermos Sorores umas com as outras. Fases diferenciadas, todas irmanadas, apoiando, ensinando, mostrando caminhos, iluminando, aconselhando e, porque não dizer criticando, censurando, admoestando…
Nossas avós e bisavós nos legaram silêncios e forças, medos e resistências. Somos continuação — e também ruptura consciente e inteligente.
A Liderança Feminina nasce desse entrelaçamento.
Não é sobre dominar, mas integrar. Integrar razão e sensibilidade, firmeza e acolhimento, estratégia e intuição.
Como dizia Cora Coralina, “feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”. Liderar é também aprender com as próprias dores.
Cada década nos inaugura.
Aos 20, experimentamos o mundo.
Aos 30, afirmamos lugar.
Aos 40, revisitamos escolhas.
Aos 50, refinamos prioridades.
Em cada fase há dores que apertam, sabores que despertam, amores que transformam e saberes que amadurecem.
Este suplemento é homenagem às mulheres que fomos, às que somos e às que ainda seremos.
E, sobretudo, às que nos antecederam — aquelas que talvez não puderam sonhar alto, mas sustentaram o chão para que hoje pudéssemos voar. Gratidão e Vamos Mariar!
Você sabe o que é o Projeto Mariar?
O MARIAR nasceu para despertar a mulher que, muitas vezes, ficou em pausa enquanto você cuidava de tudo e de todos. Aquela que sonha, intui, cria, lidera — mas que, em meio às exigências da vida, aprendeu a silenciar a própria voz.
Mariar é verbo. É movimento.
É decisão de olhar para dentro com coragem e acolhimento.
No Mariar, acreditamos que autoconhecimento não é sobre se consertar — é sobre se reconhecer. Reconhecer a menina que ainda pede colo, a adulta que sustenta responsabilidades, a líder que toma decisões e a sábia que começa a florescer.
Nossa jornada une psicologia, consciência sistêmica e desenvolvimento humano para que você compreenda suas raízes, ressignifique padrões e fortaleça sua identidade. Porque mulher não nasce pronta: mulher se constrói. E toda construção precisa de base, direção e propósito.

No Projeto Mariar, você encontra reflexões profundas, vivências transformadoras e uma rede de mulheres que caminham juntas — sem competição, sem máscaras, com verdade.
É uma Jornada de Libertação onde suas dores viram consciência. Sabores viram celebração. Amores viram escolhas maduras. Saberes viram liderança.
Se você sente que está vivendo no automático, se deseja clareza para decidir, segurança para se posicionar e leveza para ser quem você é — talvez este seja o seu chamado.
Permita-se atravessar essa jornada. Permita-se mar aberto.
Siga o Projeto Mariar nas redes sociais e venha fazer parte de uma comunidade que não apenas inspira — mas transforma.
Seu próximo nível começa com um passo consciente.
Marie-se.
Eu espero você. Mel Moura Moreno para Mulheres-Marias

Mel Moura Moreno
Mulher | Mãe | Amante e Protetora de todo ser vivente: fauna e flora
Dores, Sabores e Amores: o que aprendemos antes e depois dos 25
Existe uma inquietação silenciosa que atravessa muitas mulheres na casa dos 20 anos, é a ansiedade de ganhar o mundo, de conquistar espaço, provar valor. De ser acolhida.
Mas, antes dos 25, muitas vezes ainda estamos formando nossa base emocional. O cérebro ainda está em processo de amadurecimento, especialmente nas áreas responsáveis pela regulação das emoções e tomada de decisão. A insegurança, nessa fase, não é defeito — é processo.
O problema não é sentir, é não compreender o que se sente.Eu vivia no 320, explodia com facilidade. Reagia antes de refletir. Tudo era urgente. Tudo precisava acontecer rápido. Havia uma pressa constante de ser alguém, de chegar em algum lugar, de mostrar força.

Explodir emocionalmente não era personalidade forte — era reflexo de alguém que ainda buscava validação externa. E validação externa é instável. Quando alguém elogia, você sobe. Quando alguém critica, você despenca. Quando alguém demonstra interesse, você floresce. Quando alguém se afasta, você se questiona inteira.
É uma montanha-russa emocional sustentada pelo olhar do outro. Nessa fase, qualquer rejeição parece sentença. Qualquer atraso parece fracasso. E qualquer comparação vira prova de insuficiência. Mas maturidade é perceber que valor não pode depender de aplauso.
A dor maior não era a intensidade. Era a falta de identidade.
Amores
No amor, essa insegurança ganhava outra forma. Eu me moldava para ser aceita. Diminuía opiniões. Controlava reações. Ajustava meu jeito para conquistar, acreditava que amar era adaptar meu ser ao que o outro esperava.
Mas amor não é performance.
Quando você precisa alterar sua essência para permanecer, o que existe não é conexão — é medo de não ser suficiente.
Com o tempo, entendi algo libertador: amor não é por migalhas. Não é sobre alguém ficar porque você se esforçou o bastante. É sobre alguém gostar de você pelo que você é.
Amor maduro não acelera sua ansiedade. Ele traz calma. Não exige que você apague partes suas. Ele acolhe.
Quando minha filha Serena nasceu, essa verdade ficou ainda mais clara. Eu não queria que minha filha aprendesse a se diminuir para ser escolhida. E, para ensinar isso, precisei viver isso.
O maior amor começa no reconhecimento do próprio valor.
Sabores
Se no amor eu me moldava, no trabalho eu competia.
Sentia que precisava provar para todo mundo meu valor. Produzir mais, entregar mais, mostrar mais. Comparava trajetórias, resultados e reconhecimento.
Vivia como se o mundo profissional fosse uma arena.
O sabor da conquista vinha rápido — mas durava pouco. Porque era condicionado à comparação.
Se alguém crescia, eu me pressionava.
Se alguém brilhava, eu me questionava.
Até entender algo transformador: tem lugar para todo mundo.
O mercado não é um campo de batalha. É um ecossistema. Cada profissional tem sua identidade, sua energia, sua forma de entregar valor.
Quando você entende isso, para de competir e começa a construir.
O sabor do trabalho deixa de ser ansiedade e passa a ser propósito.

A virada
A verdadeira mudança não aconteceu de um dia para o outro. Foi construída em pausas.
Aprendi que fazer uma coisa por vez é mais poderoso do que fazer tudo ao mesmo tempo. Que constância vale mais que explosão. Que intensidade sem consciência vira desgaste.
Ganhar o mundo não é correr mais rápido.
É saber quem você é enquanto caminha.
Hoje entendo que as dores me ensinaram limites.
Os amores me ensinaram valor.
E os sabores me ensinaram propósito.
Antes dos 25, queremos provar.
Depois, começamos a entender.
E talvez amadurecer seja isso:
parar de tentar caber no mundo
e começar a ocupar, com verdade, o seu próprio espaço.

Camila Garcia
Educadora Física | Personal Trainer | Especialista em Dor, Reabilitação e Movimento com Propósito
Os 30+: minha jornada de descobrimento, dores, sabores e saberes
Descobrimento
Ainda me lembro dos meus 14 anos, quando sonhava em ser modelo e finalmente ser independente quando chegasse aos 18. Sim, com 1,57m eu queria ser modelo – e ninguém me contou que as coisas não eram tão simples quanto eu pensava, que os 18 vinham com mais responsabilidades e menos independência.
De lá pra cá, te conto que descobrir-me é um ato constante e diário. Todos os dias aprendo algo sobre mim, sobre meu funcionamento mental, minhas limitações, meus medos (às vezes descabidos) e o que me faz feliz.
Hoje descobri que ouvir um “eu te amo” me faz mais feliz do que muitos bens materiais; que tenho medo da rejeição; que penso demais e executo de menos; que rotina não limita, estrutura.

Dores
Aos 37, recomeçar uma carreira é um desafio. Fiz uma segunda faculdade, engrenei uma pós graduação, trabalhei e me perdi no processo. Buscando me reencontrar, me deparo com o medo de não dar certo e me decepcionar, além do medo de, na primeira dificuldade, desistir.
Eu já cai várias vezes, abri e fechei alguns MEIs, trabalhei em diversos setores, caí em alguns golpes. Agora tenho mais uma jornada pela frente, o desafio de ser mentora de mães de gatos (e muitas noites perco o sono pensando nisso).
Como se não bastasse, enfrentamos como casal o desafio da tentativa da maternidade. O corpo que já não é o mesmo dos 20 cobra seu preço e tudo parece mais moroso. São mais exames, mais tentativas, mais emoções, mais cobranças.
São muitos começos e recomeços por aqui, muita esperança atrelada ao medo.
Sabores
A verdade é que me considero na metade da vida, da energia, da vitalidade. Provavelmente estou errada e estou preparada para descobrir isso também. Fato é que, ao me considerar na metade, consigo ver que: o que já passou me trouxe até aqui, mas não me levará para o próximo nível. Vejo que tenho muito ainda a alcançar, muitas montanhas para escalar e novos sonhos quando chegar lá.
Me permito sonhar, imaginar o impossível se tornando possível! Me permito rir alto, acariciar um gatinho na rua, andar por aí algumas vezes reparando nas coisas e outras tantas divagando com meus “divertidamentes”.
Ter encontrado um parceiro de longos anos (já se vão 17 da nossa história), me ajuda todos os dias a crescer e aprender sobre companheirismo, parceria, amor e admiração.

Saberes
Se tem uma coisa clara é: sempre haverá uma montanha mais alta pra escalar. Então sempre preciso estar em movimento, em aprendizado, em comunhão (comigo e com os outros).
A frase clichê “nenhum homem é uma ilha” faz muito sentido agora e a tão sonhada independência, então, nunca chegará. Afinal, sou dependente de Deus e das interações humanas e animais.
A saudade é uma palavra constante pra mim. Saudade dos meus avós. Saudade da infância. Saudade da minha gata que esteve comigo por 18 anos. Saudade do meu gato mais carinhoso do mundo. Saudade…
Ao olhar para trás é fácil ver onde erramos e acertamos. O agora é o que mais assusta, pois não dá pra saber o que vem pela frente e os erros já tem consequências maiores – proporcional ao tamanho da montanha.
Espero que você, neste mês da mulher, se permita olhar para si de A a Z, com compaixão, honestidade e carinho. Que reconheça com clareza as suas dores, celebre os seus sabores e honre os seus saberes; que encontre, no auge vivo dos 30+, não um ponto de chegada, mas um lugar fértil de descobertas, escolhas mais conscientes e novos aprendizados sobre quem você é e sobre quem ainda pode se tornar.

Débora Rosa
Veterinária | Fisioterapeuta | Especializando-se em Felinos
Aos 44 Anos: Uma Jornada de Amor, Propósito e o Desabrochar de Uma Nova Mulher
A vida, em sua constante dinâmica, nos presenteia com reviravoltas capazes de redesenhar nossa existência. Para mim, uma advogada experiente de 44 anos e mãe recente, essa verdade se manifestou com intensidade avassaladora, transformando cada fibra do meu ser.
Há apenas seis meses, a chegada do meu “bacuri” não marcou somente o nascimento de um filho; inaugurou uma nova era. Essa pequena vida trouxe consigo uma cura emocional profunda, preenchendo feridas antigas e dando início a uma jornada de amor e plenitude. A maternidade, em sua essência mais pura, revelou-se um bálsamo, um portal para o autoconhecimento e uma alegria indescritível.

Com uma carreira consolidada no direito imobiliário, encontrei no universo das leis não apenas uma profissão, mas um caminho para descobrir minha verdadeira vocação. Longe dos tribunais, desvendei um amor genuíno por ensinar e compartilhar conhecimento. A sabedoria é um tesouro que não se deve guardar, pois, como costumo dizer, “não somos baús”: a troca e o aprendizado mútuo são os pilares da evolução.
Um casamento de 13 anos é a base sólida para todas as minhas conquistas, um relacionamento construído no equilíbrio, onde o apoio mútuo e a parceria são essenciais para navegar os desafios e celebrar as vitórias da vida. Essa união é um porto seguro que me permite explorar novos horizontes nesta jornada.
Entendo a vida não como algo ao acaso, mas como um percurso a ser guiado por um propósito maior e movido por amor, essa convicção me impulsionou a uma mudança significativa: troquei a efervescência de São Paulo pela tranquilidade de Jaguariúna, uma decisão que reflete minha busca por uma vida mais conectada aos meus valores e à minha família, onde a qualidade de vida se alinha à minha essência.
Em meio a tantas transformações, a família e o trabalho são as fontes inesgotáveis dos meus sorrisos, os pilares que me inspiram a seguir adiante, a buscar novos desafios e a valorizar cada momento. Equilibrar os “pratinhos” da maternidade, carreira, casamento e vida pessoal é uma arte que domino com graciosidade e determinação.
Aos 44 anos, não apenas vivo; eu floresço, consciente de que a vida é um eterno aprendizado, sigo evoluindo, inspirando e desfrutando de cada capítulo. Sou a prova viva de que a idade é apenas um número quando o coração é guiado por amor e a alma por um propósito inabalável.

Geórgia Rosatto
Especialista em aquisição de bens em Leilão Judicial e Extrajudicial
O Outono de Ouro: Quando a Colheita se Torna Legado – Dores, Sabores, Amores e Saberes na travessia para as seis décadas.
Houve um tempo em que eu acreditava que os 60 anos eram uma linha de chegada. Hoje, prestes a cruzá-la, percebo que é, na verdade, o portal para o meu quilate máximo. Para você, empresária que equilibra o caixa e a alma, as dores e sabores desta fase não são obstáculos, mas a própria lapidação.
As Dores.
Aos 50-60, a dor não é mais do crescimento, mas da poda. Dói deixar ir o que não nos serve mais — sejam negócios que perderam o sentido ou máscaras de perfeição que pesam demais. Não dá mais para me cobrar uma aparência real sempre viçosa e jovial nos vídeos; tenho de manter o autocuidado com a minha imagem, mas permitir que a minha VIVACIDADE interna seja o motivo para que eu transborde o que sei.
Os Sabores.
Aqui, o paladar da vida se torna sofisticado. O sabor não está mais na velocidade da conquista, mas na qualidade da presença. É o “Puro Luxo” de escolher com quem sentar à mesa. Sinto-me super à vontade para SIM para o que me agrega valor; obviamente que o meu NÃO ao outro é elegante e simpático.
Os Amores.
Nosso amor tornou-se sistêmico. Amamos com liberdade, sem a necessidade de posse ou de “dar conta” para ser aceita. Amamos nossa própria história, com cada cicatriz que o empreendedorismo nos deixou. Meu amor profissional pelo magistério, cumpri minha missão até 2012. Meu amor pela Saúde Integral começou com a Colmeia da Saúde. Meu amor pela Liderança Começou com o Florescer. Meu amor pelos estudos Místicos começou com o Quintessência. Se uniram junto com meu casamento e, hoje o Instituto Moura Moreno abraça o Projeto Mariar dedicado às Mulheres 30+. Alicerça a Mel Moura Moreno Consultoria e Transborada com a Revista AlpinerZ. Sim, meu AMOR tornou-se um Ecossistema, atendo meus clientes PF e CNPJ com o mesmo cuidado dos 20 anos, só que com a lapidação da vida e, portanto, voltado para a transformação sustentável e saudável das pessoas e seus negócios, como sendo o meu Legado.
Os Saberes.
Este é o nosso maior ativo. O saber dos quase 60 é a síntese da teoria com a cicatriz. É onde a Neurociência se encontra com a intuição xamânica. Por isso eu digo e repito: troque a quantidade pela qualidade; a pressa pela presença a cada momento.
Neste Suplemento Feminino, minhas irmãs, pois somos mulheres falamos de nossos despertares.
Eu falo de Individuação, portal que já consigo vislumbrar.
A partir dos 60, eu não quero apenas ser bem-sucedida; eu quero ser livre para continuar SENDO quem EU SOU.
Vamos Mariar juntas nesta colheita?
Com admiração e sororidade de A a Z.
Viver é BELO.

Mel Moura Moreno
Mulher | Mãe | Amante e Protetora de todo ser vivente: fauna e flora
Maioridade conquistada a partir dos 60 – A Arte da Individuação e da Qualidade
Sim, Maria!
Há uma mulher que floresce depois dos 60.
Ela já não pede licença para existir.
Se aos 20 buscávamos pertencimento e aos 40 reconciliação, aos 60+ iniciamos o que Carl Gustav Jung chamou de individuação: o encontro profundo conosco mesma.
Não há nada mais para provar, mas para integrar.
Não mais para corresponder, mas para escolher.
Essa fase não é sobre fim — é sobre qualidade.
Qualidade de presença, de vínculos, de tempo.
A pressa cede lugar à consciência.
A comparação perde força diante da autenticidade.
Como bem escreveu Adélia Prado, “mulher é desdobrável. Eu sou.”
Aos 60+, a mulher já se desdobrou inúmeras vezes — mãe, profissional, companheira, líder — e agora recolhe as partes para habitar-se inteira.
Na perspectiva sistêmica, é o momento em que se honra plenamente a ancestralidade. Olha-se para trás com gratidão e para frente com serenidade. As dores já foram atravessadas; os sabores, degustados; os amores, experimentados; os saberes, consolidados.
Há rugas que são mapas.
Há cabelos brancos que são bandeiras de travessia.
Há silêncios que falam mais do que discursos.
E é aqui que reside a maior liderança: a da presença íntegra.
A mulher 60+ não compete, inspira.
Não corre, orienta. Não se apressa, aprofunda.
Este suplemento se encerra, mas a história continua.
Porque cada mulher é capítulo vivo de uma linhagem que resiste, cria e transforma.
Às nossas ancestrais, que abriram caminhos invisíveis, nossa reverência.
E às mulheres que chegam aos 60, 70, 80, 90+, nossa celebração: vocês são a prova de que maturidade não é peso — é potência refinada.
Vamos Mariar sempre!