Você já sentiu que a sociedade espera que você seja uma “Supermulher”, mas esquece de te perguntar quem você realmente quer ser?
Pensando nesta edição da Alpinerz, revisitei o pensamento de Simone de Beauvoir em sua obra icônica “O Segundo Sexo”, uma frase me saltou aos olhos sob uma nova perspectiva:
“Não se nasce mulher, torna-se mulher”.
Para nós, líderes e estrategistas, essa máxima ganha um peso prático. Beauvoir nos ensina que a biologia não é um destino. A diversidade de papéis que desempenhamos — CEO, mãe, mentora, filha — não são gaiolas, mas territórios de transcendência.

O grande erro da gestão moderna foi tentar encaixar a multiplicidade feminina em moldes rígidos. Beauvoir argumentava contra a “essência feminina” pré-definida.
Transportando isso para o nosso Netliving, percebo que a nossa maior força não está em “equilibrar” tudo perfeitamente, mas na liberdade de escolher qual papel priorizar em cada etapa da subida.
Ser uma mulher na liderança não é sobre mimetizar o comportamento masculino; é sobre habitar a própria subjetividade com autoridade de A a Z.
No topo da montanha, a vista é mais clara quando não carregamos o peso de expectativas que não nos pertencem.
Empresários e Empresárias Visionárias celebremos essa potência multifacetada. Explorando as reflexões de nossos colunistas sobre como a inteligência emocional e comercial, aliadas à governança de elite se fundem à essência feminina para criar negócios extraordinários.
Assumir a regência da sua própria história. O TOPO espera por nós.

Box – O segundo sexo